ASMA

VOLTAR

Asma é uma enfermidade que afeta o sistema respiratório e pode causar um dano respiratório crônico em algumas pessoas ou uma manifestação de indisposição esporádica provocada por sintomas periódicos resultante de um número de fatores causais.

O que causa asma?

Pode ser causada por fatores ambientais ou, também, por fatores genéticos. Pode ser provocada por estimulantes externos, tais como antígenos, uma substância que causa reações intensas no sistema imunológico em indivíduos sensitivos, fazendo com que a pessoa produza anticorpos em excesso. Indivíduos alérgicos podem se tornar sensitivos pelo uso do fumo, pelo ar poluído (carregado de fumaças), pelo tempo quente ou frio, perfume, cólera dos animais domésticos, poeira (incluindo ácaros) ou pelo ar úmido. Os sintomas da asma podem ser causados pela tensão emocional, resfriados, gripes, infecções respiratórias, exercícios, esforços ou algumas outras alergias.

Quais são os sintomas da asma?

Um ataque de asma irrita as vias aéreas causando contração, causando inchaço e em alguns casos produz uma quantidade excessiva de mucos. Um ataque de asma pode ser súbito. Enquanto as vias aéreas transportam o ar, sua contração e inflamação podem dificultar a respiração, dando uma sensação de rigidez no peito.

Os sintomas de um evento asmático são: dipneia (falta de ar), ronco (respiração ofegante e barulhenta), tosse, ofegando (principalmente durante a expiração, mas pode ser em ambas fases de respiração), expiração prolongada, batida rápida do coração, rigidez e coceira no peito, sensação de falta de ar e incapacidade de esforço físico.

Durante um ataque de asma vigoroso, a pessoa pode ficar azul devido à falta de oxigênio e pode sentir dores no peito ou mesmo perder a consciência. Alguns casos de asma sem respiração ofegante ou estridente, devido a falta de ar rigorosa e aperto nos pulmões, podem ser diagnosticados como EOPC (enfermidade obstrutiva pulmonar crônica).

VOLTAR

ARTERIOSCLEROSE

VOLTAR

ARTERIOSCLEROSE – O Primeiro sinal da arteriosclerose pode ser a morte. Melhor que tratar é eviar o aparecimento da doença

A arteriosclerose, termo genérico para espessamento e endurecimento da parede arterial, é a principal causa de morte no mundo ocidental.

Um tipo de arteriosclerose é a aterosclerose, doença que atinge artérias de grande e médio calibre, como as artérias coronárias, as artérias carótidas e as artérias dos membros inferiores. É caracterizada pelo depósito de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias, reduzindo seu calibre e trazendo um déficit sanguíneo aos tecidos irrigados por elas. Manifesta-se clinicamente em 10% da população acima de 50 anos, sendo isso apenas a ponta do iceberg, pois seu desenvolvimento é lento e progressivo, e é necessário haver uma obstrução arterial significativa, de cerca de 75% do calibre de uma artéria, para que surjam os primeiros sintomas isquêmicos (sintomas derivados da falta de sangue).

A superfície interna irregular da artéria com arteriosclerose predispõe à coagulação sanguínea neste local, com oclusão (entupimento) arterial aguda – trombose – levando subitamente à falta de sangue para todos os tecidos nutridos por aquela artéria, que podem entrar em isquemia (sofrimento) ou necrose (morte). Por esta razão, o primeiro sinal de arteriosclerose pode ser a morte. Com risco tão elevado, é importante diagnosticar precocemente a doença para detê-la e impedir suas manifestações.

Estudos epidemiológicos mostraram que a arteriosclerose incide com maior frequência e intensidade em indivíduos que têm algumas características, que foram denominadas “fatores de risco”:

Idade – Predominante na faixa de 50 a 70 anos.

Sexo – Predominante no sexo masculino, pois as mulheres são “protegidas”desviando suas gorduras sanguíneas para a produção de hormônio feminino (estrogênio). Após a menopausa a “proteção”desaparece.

Hiperlipidemia – Indivíduos que têm altos níveis de gorduras circulantes no sangue, sendo o colesterol a principal delas, depositam este excesso nas artérias obstruindo-as progressivamente.

Tabagismo – Os indivíduos que fumam têm um risco nove vezes maior de desenvolver a arteriosclerose que a população não fumante. A decisão de parar de fumar modifica favoravelmente a evolução dos pacientes sintomáticos.

Hipertensão – A hipertensão arterial provoca alterações na superfície interna das artérias, facilitando a penetração das gorduras na parede arterial.

Sedentarismo – A atividade física reduz os níveis de colesterol e favorece a circulação.

História familiar – Assim como a idade e o sexo, não podemos mudar nossa herança genética, e este é um fator também importante, não devendo ser negligenciado. Há famílias que, por diversos desvios metabólicos, estão mais sujeitos à doença.

A arteriosclerose é uma doença sistêmica, acometendo simultaneamente diversas artérias do ser humano. O quadro clínico apresentado pelo paciente vai depender de qual artéria está mais significativamente obstruída:

• Caso sejam as coronárias (artérias do coração), se produzirá a dor cardíaca durante o esforço – angina de peito – na evolução crônica ou o enfarte na evolução aguda.

• Caso sejam as carótidas (artérias do pescoço) se produzirão perturbações visuais, paralisias transitórias e desmaios na evolução crônica ou o derrame (acidente vascular encefálico) na evolução aguda.

• Caso sejam as artérias ilíacas e femorais (artérias de membros inferiores) se produzirão claudicação intermitente (dor nas pernas ao caminhar), queda de pêlos, atrofias da pele, unhas e musculares, e até mesmo impotência coeundi (dificuldade de ereção peniana) nos casos crónicos e gangrena nos casos agudos.

O diagnóstico da arteriosclerose é dado pela história clínica do paciente, pelo exame físico com a palpação dos pulsos arteriais e por exames laboratoriais, eletrocardiograma, ultra-sonografia, exame Doppler e arteriografia. O angiologista e/ou cirurgião vascular é o médico indicado para este tipo de avaliação. Para cada fase evolutiva da arteriosclerose e para cada órgão acometido pela doença há uma forma diferente de terapia, mas todas passam por um tratamento básico de controle da hiperlipidemia, do tabagismo, da hipertensão, do diabetes e da obesidade.

Melhor que tratar é evitar o aparecimento da doença. Isso pode ser alcançado com uma dieta alimentar equilibrada, não fumando e praticando regularmente exercícios físicos.

VOLTAR

Anemia

O que é a anemia? VOLTAR

A Anemia é a diminuição de hemoglobina no organismo, uma proteína localizada dentro dos glóbulos vermelhos do sangue, que possui o ferro responsável por levar oxigénio aos tecidos.

A anemia define-se como a concentração de hemoglobina abaixo dos limites estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde. Este valor limite varia de 110 g/L para as mulheres grávidas e para as crianças de 6 meses a 5 anos de idade, a 120 g/L para as mulheres não grávidas, até 130 g/L para os homens.

A anemia é a desordem mais comum do sangue. Há vários tipos de anemia, produzidos por uma variedade de causas. A anemia é classificada pelo tamanho da célula vermelha sanguínea: diminuída (microcítica), normal (normocítica) ou aumentada (macrocítica ou megaloblástica).

Sinais e sintomas da anemia.

A anemia permanece não detectada em muitas pessoas e os sintomas podem ser vagos. O mais comum é a sensação de fraqueza ou fadiga. A falta de ar é relatada em casos mais severos.

Muitos casos de anemia severa incitam uma resposta compensatória na qual o trabalho cardíaco é aumentado levando a palpitações e transpiração; este processo pode ocasionar falha cardíaca nos idosos. A palidez somente é notável em casos de anemia severa, e desta forma não é um sintoma fiável.

VOLTAR

Arroto

O que é o arroto?                  VOLTAR

É um dos jeitos que o organismo encontra para liberar o excesso de gases que você manda para o estômago. Isso abrange desde o ar que a gente engole quando come até o gás carbônico dos refrigerantes. Quando arrotamos, o ar sobe do estômago e faz vibrar a válvula que fica entre o esôfago e a boca. Depois, o barulho é amplificado pela garganta, como se ela fosse a caixa acústica de um violão. O arroto pode não ser lá muito conveniente, mas é importante, principalmente para os bebês. Com um sistema digestivo ainda pouco experiente, eles precisam de uma mãozinha para arrotar. As mães são orientadas a fazer massagens na barriga deles para estimular a saída do ar – senão, o gás acumulado pode causar cólica e vômitos. Apesar de ser plenamente natural, o arroto pode ser um sintoma de algumas doenças, como a hérnia de hiato, um desequilíbrio que diminui o controle da musculatura na entrada do estômago, facilitando demais os arrotos. Outros problemas são a síndrome do cólon irritado e a úlcera na saída do estômago, quando o órgão tem dificuldade de esvaziar e o doente fica sempre com a sensação de que está com a barriga lotada. “Nesses casos, a pessoa engole ar constantemente para ter o alívio do arroto, só que parte do ar acaba ficando no estômago, o que só piora a sensação de barriga cheia”, afirma o gastroenterologista Arnaldo Ganc, do hospital Albert Einstein, em São Paulo. O arroto costuma acontecer com mais freqüência com pessoas que comem rápido, já que isso as faz engolir mais ar. Mascar chiclete, beber com dois canudos e fumar também ajudam a orquestra dos gases. De alguma forma, essa nossa maneira de devolver gases para o meio ambiente está relacionada com uma outra liberação – geralmente, um pouco mais malcheirosa. Afinal, o ar que não escapa pelos arrotos segue para o intestino, onde, somado aos gases liberados durante a digestão, transforma-se em pum.

VOLTAR

ARTRITE

A artrite é inflamação das articulações, em sentido amplo, conjunto de sintomas e sinais resultantes de lesões articulares produzidas por diversos motivos e causas. Popularmente a artrite é sinônimo de reumatismo, designação genérica para a dor, rigidez ou deformidade de articulações e estruturas vizinhas aos músculos.

VOLTAR